O charme de Roma consiste na mistura do antigo com o novo, como se você andasse pelas ruas tendo uma verdadeira aula de história, passeando pelos monumentos que datam da época do Império Romano, como o Coliseu, considerado uma das Maravilhas do Mundo Medieval. Há também modernidade, não se engane. A nossa diretora do ETV, Jaque Pegoraro, andou por lá e conta a experiência…

Fontes, palacetes e templos aparecem a cada curva. Os prédios mais novinhos terão 150 anos. Junto ao centro da cidade, ruínas imperiais desafiam a sua imaginação. Para dar conta de tudo isso é preciso de tempo e preparo físico. Faça como os forasteiros: leve uma garrafinha e encha nas bicas que você encontra na cidade inteira.

A capital conta com dois aeroportos, o Aeroporto Leonardo da Vinci (Fiumicino), destino da maioria dos voos internacionais; e o Ciampino, por onde geralmente chegam os voos das companhias europeias. Se o seu ponto de partida for qualquer lugar da Itália continental, chegue a Roma de trem.

A Jaque partiu de Como em direção a Roma, desta vez. O meio de transporte foi o trem, de Como até Milão Central e de Milão Central até Roma. Imprevistos acontecem, não é mesmo? Ela desceu na estação errada, na anterior que deveria ter descido. Teve que comprar um novo ticket e enfim conseguiu chegar no hotel, que ficava há 5 minutos da estação.

Logo de cara foi almoçar no restaurante Cucina & Vista, encontrando a família, afilhado e primos que moram na Itália. O primeiro ponto turístico visitado foi a Fontana di Trevi, onde ela jogou a moedinha da sorte na imponente fonte do século XVII. Uma ótima dica para quem estiver por ali, é visitar a sorveteria Don Nino.

No outro dia, foram contemplados o Coliseu e vários outros pontos turísticos da cidade, como a Basílica de São Pedro, o  Fórum Romano, Panteão, Museus do Vaticano e o Castelo Sant’Angelo. Foram mais de 10km de caminhada em um só dia, além do passe livre no ônibus que desembarca em todos os pontos turísticos. É um único ticket por dia, que permite você utilizar o transporte público durante 24h. Dá para fazer tudo a pé, mas o ônibus é uma mão na roda. Foi possível conhecer a cidade inteira, considerando as longas e demoradas filas, mesmo no inverno.

Nada melhor do que estar na Itália e comer pizza. A família almoçou num local próximo ao Vaticano. Quando estava terminando o dia, todos estavam exaustos. Restou passar no Carrefour e comprar alguns mantimentos para garantir a noite de descanso no hotel, localizado na esquina da Piazza da Espanha. Chovia muito!

Logo pela manhã, bem cedinho, um motorista da confiança do primo da Jaque a buscou para levá-la até o aeroporto. Ela tinha um voo às 6h para Zurich. O ponto de encontro foi a Fontana di Trevi, conforme o seu relato “Onde tudo começa e termina”. Continuava chovendo.